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10 fatos que você não sabia sobre as espinhas

Ninguém morre por causa de uma espinha. No entanto, a acne é uma das doenças mais comuns entre os jovens e provoca grande sofrimento – especialmente psicológico.

Em um artigo publicado originalmente pela Muy Interesante, foram listadas 10 curiosidades sobre a acne que você provavelmente não sabia. Confira!
1 – Adultos também sofrem

A adolescência e as espinhas praticamente andam de mãos dadas. Geralmente, se desenvolvem entre as faixas dos 13 e 15 anos, e, de acordo com especialistas, não vão embora até os 20. No entanto, o choque psicológico causado pela presença massiva delas requer atenção. Por outro lado, este também é um calvário dos adultos. Estima-se que cerca de 3% dos homens e 12% das mulheres na faixa dos 45 anos sofram de acne.

2 – É genética, mas depende de outros fatores também

Trazemos em nossos genes a predisposição à acne, mas nem sempre ela se manifesta por esse motivo. O mais comum é que um episódio particular provoque o aparecimento das espinhas. Muitas das vezes, as próprias mudanças sofridas pelo corpo durante a puberdade justificam a doença. As espinhas são difíceis de prevenir, uma vez que surgem a partir da derme média. O que pode ser feito é o controle delas, mas até então deve-se esperar que primeiro se manifestem como manchas.

3 – É muito comum durante a gravidez

É comum o aparecimento de espinhas em grávidas. Isso porque, as alterações hormonais que ocorrem durante este período podem provocar espinhas. A menstruação e uso de contraceptivos também estão entre as prováveis causas. Neste grupo, composto por mulheres adultas, há um impacto psicológico ainda maior. De acordo com especialistas, cada vez mais pacientes mulheres tem confessado durante consultas que a acne afeta relações sociais, sexuais e de trabalho.

4 – Uma doença de mil faces

Todos os pacientes com acne apresentam a manifestação no rosto. Porém, cerca de 70% deles também possuem espinhas nos ombros e costas. No entanto, elas se manifestam de diferentes maneiras.

Cada uma das formas possui um indicativo da gravidade que será utilizado como base de um tratamento. Por exemplo, em sua fase mais branda, as células mortas da pele obstruem os poros produzindo manchas vermelhas. O próximo passo são as conhecidas espinhas, algumas mais salientes e sensíveis ao toque. Depois, surgem as pústulas vermelhas, dolorosas e carregadas de pus. Em casos mais graves são notados cistos profundos, também cheios de pus.

5 – A paciência é tão útil quanto qualquer outro tratamento

Especialistas costumam abordar o problema da acne a partir de três pontos principais relacionados aos fatores de causa. São eles, terapias para regular a produção do sebo, evitar a obstrução dos poros e reduzir o número de bactérias.

Para casos leves e moderados, são recomendados cremes ou géis com ácido azelaico. Manifestações mais graves requerem a administração de antibióticos receitados por especialistas. Neste caso, é essencial que o tratamento seja iniciado cedo, porque as lesões na pele podem resultar em cicatrizes. A chave aqui é a paciência, uma vez que a terapia pode levar cerca de três meses.

6 – Sexo e chocolate não estão relacionados

O sexo e consumo de chocolate não estão relacionados com o aparecimento da acne. Ainda, ela não é contagiosa ou ocorre por falta de higiene. Dermatologistas costumam desmitificar esse tipo de lenda, embora hábitos de alimentação mais saudáveis e atividades físicas sejam sempre bem-vindos.

Na verdade, eles aconselham a evitar o estresse, mais horas de sono e prática de esportes. Também recomendam uma higiene mais cuidadosa que envolve a escolha de sabonetes menos agressivos, porque eles podem ter um efeito inflamatório em algumas formas da doença.

7 – Evite cremes

A acne precisa de uma pele livre. Por isso, deve-se evitar cremes e cosméticos, até mesmo os que prometem ser livres de óleos, bem como alguns filtros solares e maquiagem. Tratar a condição com êxito significa evitar tocar os poros e deixar a pele respirar. A Academia Española de Dermatología y Venereología (AEDV) recomenda que o rosto seja limpo pelo menos duas vezes por dia, para que as células mortas, que podem bloquear os poros, sejam eliminadas. Além disso, é necessário que a pele seja seca sem ser esfregada.

A questão do Sol, por outro lado, ainda é fonte de muita controvérsia. No entanto, especialistas concordam que, fora dos horários de pico, quando a radiação é menos intensa, a exposição pode ocorrer, mas não por longos períodos.

8 – Medicamentos

Dermatologistas acreditam que a isotretinoína é um produto altamente eficaz como tratamento para a acne. De fato, a marca registrada, Roacutan, é considerada uma das mais populares para tratar formas severas da doença. O medicamento é derivado de um composto de vitamina A, também utilizado no combate de algumas formas de câncer. Ele age na pele reduzindo a presença das bactérias e a produção do sebo.

Contudo, assim como qualquer outra droga, vem acompanhado de efeitos adversos, dependendo da dose administrada. Ainda, especialistas alertam para o perigo da automedicação. Neste caso, o medicamento pode produzir sintomas como pele seca, fadiga, dores de cabeça e sudorese excessiva. Para mulheres grávidas os efeitos são mais preocupantes, uma vez que o medicamento pode causar malformações fetais.

9 – Fumar agrava a situação

Estamos cansados de saber que o cigarro não traz qualquer benefício para saúde, muito pelo contrário. Verificou-se que a dependência em nicotina pode causar o aparecimento ou agravamento das espinhas, além de inflamações nos tecidos, um dos sintomas característicos da condição. As consequências também podem atingir fumantes passivos, porque os blocos de fumaça causam obstrução dos poros, evitando que a pele transpire.

10 – Afeta mais a mente do que o rosto

Especialistas afirmam que um corpo crescente de estudos sugere que 40% dos adolescentes sofrem efeitos psicológicos causados pela presença da acne, enquanto que 5% dos adultos já chegaram a cogitar suicídio. Indo além do tratamento dermatológico, quando acompanhada de depressão, os pacientes também precisam de aconselhamento psicológico ou psiquiátrico, de modo a evitar que desenvolvam um problema crônico com impacto na saúde mental.

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