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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Novos documentos mostram que Hitler pode ter fugido e morado no Brasil até os 90 anos

FBI libera documento com evidências que fortalecem teoria sobre fuga de Hitler para a Argentina
Apesar de a historiografia oferecer fartas evidências de que Hitler e sua esposa Eva Braun cometeram suicídio em seu bunker no dia 30 de abril de 1945, em Berlim, uma lacuna nos momentos finais desta trama alimenta teorias até os dias atuais: o que teria acontecido com o corpo do casal, ou, mais exatamente, com os restos do Führer? Muitos acreditam que Hitler teria escapado à invasão soviética em Berlim e vivido o resto de sua vida em países da América do Sul, como Argentina, Paraguai e até o Brasil - que também foi estadia do nazista Josef Mengele, também conhecido como Anjo da Morte.

Recentemente, a teoria de que Hitler teria fugido foi reforçada com o livro de um ex-agente secreto da KGB, a agência de inteligência soviética. De acordo com o portal World News Report, o russo Dimitri Boryslev descreve como Hitler escapou em um submarino, junto com um grupo de oficiais nazistas do alto escalão, que foram deixados em vários pontos do continente sul-americano. 
A versão pode estar relacionada à aparição recente de arquivos secretos liberados pelo FBI (baixe aqui os arquivos do FBI e confira você mesmo), que indicam uma possível fuga de Hitler para a Argentina, Paraguai ou Brasil. Segundo o autor, o fato de que o cadáver do ditador nunca foi encontrado é sabido há décadas na Rússia, ainda que não de forma massiva. O próprio Stalin estava convencido de que Hitler havia escapado. Ele suspeitava de um pacto entre o tirano alemão e as potências ocidentais, que teriam poupado sua vida em troca de conhecimentos de tecnologia bélica.

No começo deste ano, o livro Hitler no Brasil – Sua Vida e Sua Morte, da autora brasileira Simoni Renée Guerreiro Dias, causou controvérsias ao afirmar que Hitler teria morrido com, aproximadamente, 95 anos na pequena cidade de Nossa Senhora do Livramento, a 42 quilômetros de Cuiabá. A pesquisadora espera realizar um exame de DNA em Israel com um suposto descendente do nazista. 

Ela suspeita que Adolf Leipzig, um senhor que era conhecido em Nossa Senhora do Livramento como "Alemão Velho", poderia ser Hitler. O líder nazista, inclusive, teria um relacionamento com uma mulher negra na cidade para não levantar suspeitas, de acordo com a autora. Apesar de o rigor científico da pesquisa de Simoni ter sido contestado por alguns estudiosos, não há de se negar que novas teorias surgirão diante do fato de que nunca foram fornecidas provas evidentes que pudessem esclarecer qual foi, afinal, o destino dos restos mortais de Hitler.

Via Seu History 

domingo, 5 de junho de 2016

7 motivos que fizeram os alemães embarcar na loucura de Hitler

 wikicommons

Como uma sociedade tão sofisticada quanto a alemã foi capaz de dar suporte às barbaridades cometidas pelo regime nazista? Não é possível isentar o povo de responsabilidade, alegando que ninguém sabia o que estava acontecendo. A maioria sabia, sim, e provas disso não faltam. Por exemplo: a inauguração de Dachau, primeiro campo de concentração construído pelos nazistas, foi anunciada em 1933 numa entrevista coletiva. Ou seja: não dá para dizer que o regime ocultava os fatos e tentava manter a sociedade alheia aos crimes que estavam sendo cometidos.

"Só no estado de Hessen, havia mais de 600 campos, média de um a cada 15 quilômetros quadrados", diz o historiador americano Daniel J. Goldhagen, autor do livro Os Carrascos Voluntários de Hitler. "E Berlim, a capital do Reich, tinha 645 campos dedicados exclusivamente aos trabalhos forçados." Uma rede dessa magnitude não existiria sem a conivência da sociedade - do burocrata que carimbava sentenças de morte ao maquinista do trem que transportava prisioneiros ou à manicure que delatava clientes "suspeitos" à Gestapo - a polícia secreta do Reich. A explicação para esse fenômeno passa por 7 fatores: 1. Tratado de Versalhes

O acordo de paz que encerrou oficialmente a 1ª Guerra Mundial (1914-1918) forçou a Alemanha a assumir todos os custos do conflito. Ao assiná-lo, em 1919, o país perdeu 13% de seu território, 75% de suas reservas de ferro e 26% das de carvão, além de todas as colônias. Os alemães não esperavam um acordo tão rigoroso e se sentiram humilhados.

"A incapacidade psicológica alemã para aceitar a derrota e as reparações criou um terreno extremamente fértil para o crescimento de um nacionalismo radical, do qual o nazismo seria a expressão mais extrema", diz o historiador argentino Andrés Reggiani, especialista em nazismo.

2. Sentimento nacional

Desde o século 19, sucessivos líderes alemães haviam insuflado um ardente nacionalismo entre o povo. O primeiro deles foi o chanceler prussiano Otto von Bismarck, que inventou a identidade germânica, unificou a Alemanha e fundou o 2º Reich.

Adolf Hitler seguiu sua cartilha, convencendo a massa de que a Alemanha era ameaçada por inimigos internacionais poderosos. "O Führer evocava a figura mística de Frederico Barbarossa, líder do Sacro Império Romano-Germânico [o 1° Reich, de 962 ª 1806]", diz a historiadora alemã Marlis Steinert, biógrafa de Hitler. "Ele queria expandir o território e prometia que o 3º Reich traria de volta o passado de grande potência."
wikicommons 

3. Aversão à democracia

O povo alemão nunca engoliu a República de Weimar (1919-1933), regime democrático que substituiu o império após a 1ª Guerra. Logo de cara, seus representantes foram responsabilizados pelas condições humilhantes impostas à Alemanha no Tratado de Versalhes. O Partido Social-Democrata tentou sustentar a democracia, mas não tinha apoio. "Todas as outras forças políticas eram favoráveis a um Estado autoritário", diz Steinert.

Os nazistas se aproveitaram disso para convencer a população de que a democracia era desestabilizadora. "Muitos alemães sonhavam com a volta de um líder da estatura de Bismarck", afirma o historiador canadense Robert Gellarely. "Viram em Hitler um sujeito capaz de tomar as rédeas do país e restabelecer a ordem."

4. Política econômica

As reparações impostas pelo Tratado de Versalhes e a Grande Depressão criaram um cenário explosivo na Alemanha. O índice de desemprego chegava a quase 30%. Hitler viu nessa situação uma oportunidade. Assim que chegou ao poder, em 1933, adotou uma política de incentivo à indústria baseada na produção de bens de consumo e na melhoria do padrão de vida das classes mais baixas.

Assim surgiu, por exemplo, o Volkswagen ("carro do povo"), mais conhecido por aqui como Fusca. "Quando olhavam para trás, os alemães só viam crise", diz Gellately. "Hitler lhes devolveu o emprego e fez as coisas voltarem a funcionar."
5. Carisma de Hitler

O nazismo nunca teria chegado tão longe sem a liderança carismática de Hitler, um sujeito que hipnotizava multidões em seus comícios e tinha um poder de convencimento difícil de ser igualado. "No palanque, ele encarnava o mito do 'corpo' da Alemanha, cujo sistema circulatório era a massa que o aplaudia com devoção", filosofa o cineasta sueco Peter Cohen no documentário Arquitetura da Destruição.

O caráter messiânico de Hitler foi bem explorado por seu ministro de Propaganda, Joseph Goebbels, que controlava os meios de comunicação alemães. Tudo girava em torno da forte personalidade do Führer. 
wikicommons
6. Terror

O medo dos órgãos de repressão ajuda a compreender o silêncio da sociedade alemã diante das atrocidades cometidas pelo regime nazista. Mas o clima de terror nem sempre foi generalizado. No início, a maioria dos cidadãos não se sentia ameaçada e até colaborava com a perseguição a judeus e comunistas. "A Gestapo não seria tão eficiente sem a ajuda de cidadãos comuns", diz o historiador Eric A. Johnson, autor de Nazi Terror ("Terror Nazista", sem tradução para o português). "Entre 1933 e 1939, 41% dos processos contra judeus na cidade de Krefeld foram iniciados por denúncias de civis.
Em outras cidades não foi diferente." Ou seja: nos primeiros anos, o controle nazista não inspirou medo, mas confiança. Hitler estava preocupado com o apoio popular e construiu uma ditadura baseada no consenso. Tanto que recuou quando a população saiu às ruas para protestar contra a retirada de crucifixos das escolas e contra o programa de eutanásia. O terror só se generalizou com o início da guerra, quando o nazismo assumiu sua face mais cruel.

7. Racismo

Hitler se valeu de um antissemitismo arraigado havia séculos na Europa. A cristandade medieval tinha alentado o mito de que judeus eram aliados do diabo, não tinham pátria e queriam dominar do mundo. Mas essa discriminação foi adaptada aos propósitos do Führer durante a vigência do regime nazista: deixou de ter base religiosa para assumir um caráter racial. Assim, a natureza "degradante" dos judeus passava a ser entendida como imutável, não adiantava tentar convertê-los.

As propagandas do regime ensinavam que confinar e matar judeus, assim como ciganos e outras "raças parasitárias", era uma medida de saneamento, como exterminar ratos e bactérias. A população comprou essa ideia. "Movidos pelo antissemitismo", diz o historiador Daniel J. Goldhagen, "os perpetradores do nazismo acreditavam que acabar com os judeus era justo, correto e necessário".

Via Super Interessante

quarta-feira, 1 de junho de 2016

7 armas secretas de Hitler usadas durante a Segunda Guerra Mundial

Apresentamos-lhe algumas armas desconhecidas usadas por Hitler durante a Segunda Guerra Mundial. Algumas destas armas tiveram um impacto incrível sobre a guerra, enquanto outras, felizmente, não conseguiram fazer jus ao seu potencial.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

7 armas secretas de Hitler usadas durante a Segunda Guerra Mundial

Apresentamos-lhe algumas armas desconhecidas usadas por Hitler durante a Segunda Guerra Mundial. Algumas destas armas tiveram um impacto incrível sobre a guerra, enquanto outras, felizmente, não conseguiram fazer jus ao seu potencial.

1 – Tanque em miniatura
Embora parecesse um brinquedo, esse tanque era devastador e perigoso. Ele podia se mover a uma velocidade constante de 10 km/h enquanto transportava até 100 kg de explosivos ou carga útil. Estes pequenos monstros podiam ser usados para abastecer as tropas ou até mesmo destruir completamente bunkers e tanques. A principal fraqueza era que ele era conectado a um controle através de um cabo de 600 metros. Tudo o que os inimigos tinham que fazer era cortar o cabo.

2 – O Fritz X
O Fritz X era uma bomba guiada a rádio e é considerada a avó das bombas inteligentes modernas. Este explosivo podia penetrar em armaduras de 70 cm e foi muito bem sucedida em combates, principalmente porque podia voar a mais de 6.000 metros, altitude que estava fora de alcance para os sistemas antiaéreos da época. Na verdade, menos de um mês após o seu lançamento, ele afundou um navio de guerra italiano em 1943. E também colocou o USS Savannah, dos EUA, fora de serviço.

3 – Horten Ho 229
O Horten Ho 229 foi o primeiro avião “discreto” do mundo. Equipado com dois motores a jato poderosos, o avião podia voar a quase 1.000 km/h a uma altitude de 15 km. O radar da aeronave a tornava muito difícil de ser rastreada. Embora tivesse um design bastante impressionante, não causou um grande impacto na guerra após o seu lançamento em 1944.

The Panzer VIII Maus
O Panzer VIII Maus era um tanque super-pesado feito em 1944. Pesando 188 toneladas, o Panzer VIII Maus é o mais pesado tanque blindado já construído. Devido ao seu enorme peso, era incrivelmente lento, não atingindo mais que 13 km/h. Ele também era muito caro e, por isso, apenas dois foram feitos, sendo que ambos foram capturados pela União Soviética.

O Schwerer Gustav
O Schwerer Gustav foi o maior canhão já construído na história. Pesando 1.350 toneladas, ele podia disparar munições que pesavam 7 toneladas a uma distância de 46 km. Era muito pesado e exigia um enorme número de pessoas para configurá-lo e operá-lo. Por isso, apenas dois foram construídos.

O StG 44
O StG 44 é indiscutivelmente o primeiro fuzil já criado. Após a sua criação, tornou-se tão bem sucedido que outros rifles de assalto famosos, como o AK-47, foram derivados dele. A arma também contava com visão infravermelha.

O Messerschmitt Me 163
O Messerschmitt Me 163 era um avião com motor de foguete, ou o equivalente. Podia viajar a velocidades de cerca de 1126 km/h e era completamente inigualável na época. 300 deles foram feitos, mas surpreendentemente, eles não conseguiram causar um impacto. Eles não eram muito bons lutadores, destruindo apenas 9 aeronaves da oposição.

Via InterestingEngineer / Mistérios do Mundo

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